a vida seria uma bobagem sem essas bobagens


terça-feira, 23 de março de 2010

Otaku no Nipo pt I - Sábado

Beem, acho que já comente que a Ani gosta de Harry Potter assim como eu e que graças a isso eu tive meu PRIMEIRO evento aqui em Camps.

Sabado eu acordei tao animada quanto podia, tentei descobrir que onibus deveria pegar para ir até o Nipo (Jd. Guanabara) e fui.
Pasmem babys, eu sei andar melhor em CAMPINAS do que em Franca... Muito melhor.

Sei que cheguei super cansada lá no evento, mas assim que vi um monte de Staff de camiseta cor de rosa e um monte de gente feliz, barracas cheias de coisas OTAKUS e o carinha do Crepusculinho.
Adentrei ao evento e encontrei a Ani / Luna - genteen, ela tava lind vaai.

Mas o melhor, eu conheci o Junior, presindente (DE VERDADE) do fã clube que ela faz parte, que nao por acaso, ou totalmente por acaso, é o http://www.p3v.com.br/
Sim, o Portal Tres Vassouras é o fã clube da Ani, se cortem com um CD pirata do CINE ;D

Eu li HP7 pegando a traduçao naquele SITE Oo

Foi tudoo, eu conversando com um cara que admiro é toop certo? Mas de qualquer forma o mais interessante foi jogar stopotter com ele e depois de tres sovas, ganhar uma \o

Passei um pedaço grande da minha tarde conversando com a Ani e vendo as atividades que eles tinham lá,  jogando Twister com o povo e rindo com o Fee (que me supreendeu e mostrou ser BEMMAIS genteen boa que eu já pensava que era).

Olha que engraçado, eu conheci o Fee e Ani no mesmo dia e tive uma espécie de IMPRESSÃO com eles, daquele tipo "eu nem sei pq, mas acho que esses dois vao ser especiais".
Se pá já SÃO.

Voltando, yo, Fee y Momo participamos da Quest (ver pt II) e caraa foi superdivertido.

Sei la, sabado foi um dia que MARCOU o começo do que virá a ser o que sempre soube que seria. Confuso? Eu sei, para mim também é.

Imagine vocês, eu sempre quis ser feliz.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Madrugadaa.

B. e S. mais uma vez se degladiam em uma batalha onde nenhum ganha.

Até onde isso vai meeldeels?! Sério, sem Gossip agora, e sem Misa tbm... Genteeen as coisas pareceem dar VOLTAS E VOLTAS E VOLTAS {imagineem essa frase em CIRCULOS}.

É assim:
- Love*
- B. irrita S.
- Raiva do S.
- Desespero de B.
- Briga
- Quase termino
- Humilhaçao de depredaçao de si mesmo mutua
- Desculpas mutuas.
- Love*

(...)

E sabe o que é melhor, nós mantemos uma conversa por nick e por msn... Terminamos por nick e jogamos campo minado por msn... Ou passamos receita de bolo por nick e chingamos até a mão do vizinho do outro...
Que namoro mais louco esse, a distancia e com serias pitadas de loucura.

Ele me faz rir até quando quero chorar.

Amor incondicionaAl. { chamaa por cima do portaao vai }

Eu sei que ja deu no sacoo essas coisas falando do S., maas o blog é meel e quem escreve nele soou EU!
xD

Pelo menos o design adolescente ja se foi a teempos /ufa!
E enquanto isso eu continuo na fase que precede as desculpas mutuas... Come on, sao tres e meia e eu aqui tendo DR.
Pediadeeels isso, podecre.

Mas assim mesmo eu gosto...
Eu gosto nao, eu amo!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Mais um dia.

Tantaa coisa acontecendo, tanta novidaade que parece mesmo que esse blog vai vira um Gossip Girl.
E que tal brincarmos disso?

Usareei siglas como a Gossip, para os de fora serão historinhas, para os de dentro informações xD
Ou sei lá, só vou me divertir mesmo ;D

B. encontrou as garotas esperando menos um dia de sua faculdade, mas seu Quaseanjo apareceu mostrando estar pessimo.
uuh, será que alguma coisa aconteceu?

Trabalho, ninguém do grupo sabe do que se fala, mas todos conseguem muito bem enrolar.
Será que a professora vai perceber ou vai dar tudo certo?

E no meio de conversas com o grupo, B. descobre que A. e ela tem mais coisas em comum do que desconfiava.
Bem a tempo, B. andava tão triste por nao conhecer nenhuma garota que tivesse os mesmos gostos que ela, aproveite agora.

Amigo de B. vai embora mostrando uma tristeza que ela nao pode entender, alguma coisa estava por vir e B. sabia que significava PRO-BLE-MAS.
Uhh, logo agora que as coisas pareciam estar dando certo.

B. e A. passaram a manhã conversando sobre tudo, e parece realmente que B. encontrou alguma coisa diferente nela.
Um sorriso B.? Cuidado para não se machucar.

Churrasco na casa de G.? Oraas, espero que seja animado o suficiente para ter um post nesse blog.
Por enquanto B., G., o Amigo , C. e B2 parecem ter certeza de que vão.

E por fim de um dia perfeito, B. fala com seu namorado e descobre mais uma vez que INCONDICIONALIDADE é INCONDICIONALIDADE.
Nada irá mudar o que acontece entre os dois, B. e S. se amam demais para deixar qualquer coisa externa destruir o que tem. Ou será que não?


Bem, por enquanto é só.
Vocês sabem que me adoram, beijinhos - Gossip Girl a garota do blog /plagiodadinheiro.

Desde que dois se tornam um só.

Talvez nao faça sentido para você, mas é como se a vida fosse moldade em torno do que essa pessoinha faz e fala.
Brincadeiras, sonhos, desejos; tudo por causa dele e tudo por ele.

Não há chances para volta, o meu veneno é mais forte do que meu sangue, o antídoto jamais existirá.
A cada dia mais intoxicada e feliz, sentindo a torpencia que a simples idéia de dor pode causar em meu ego complicado.

E quando o veneno me faz falta, sinto minha vida esvair pouco a pouco.

Nunca foi tarde demais, eu realmente tomei o veneno, mas ele se adptou melhor do que esperava em minha circula,ão sangínea e agora tem o mais importante papel; transportar vida através de minhas veias.


Mas enquanto isso, na sala de justiça, meu veneno faz questão de seer bem doce a ponto de:

(clique na imagem para ve-la melhor xD)



     




E eu devo fazer o que? Deixar para lá o que mais me faz bem?

Prefiro morrer envenenada ;D

quarta-feira, 17 de março de 2010

Estatísticamente Falando.

Meeel, aula de estatística é a TREVA!
Sim, eu sei que a expressão é vééia pra da chutee nos ossos, mase perfeitaa pra expressar como eu preferia estar em qualquer lugar MENO AQUI.

E pensar que poderia estar nesse exato instante ao lado de meu namorado, talvez até em minha antiga escola.

Enquanto isso calculo a média, mediana e a moda!
Que coisa sem graça. ¬¬

O engraçado foi o Ceci a-ca-bar de me perguntar se aconteceu alguma coisa comigo pq atendi o celular na aula... Eu fikei branca que nem um folha de papeel oO.
Não por mal, mas toda vez que alguém me liga durante a aula lá vem merda.

Pensei na discussão de ontem a noite, no Sirius, no número estranho e já desgracei uma coisa super tranquila! Nossa que besteira neah?

De qualquer forma o Ceciil me pegou no pc e eu estou terminando o post agora a noite!
/sonoepreguiça

Gossip mode on!

Não, não é de fofoca e muito menos no sentindo do seriado, sou somente eu digitando.


Gostaria de esclarecer algumas coisas que estão me incomodando:

- Gossip Girl não quer dizer GAROTA FOFOQUEIRA, mas faz um referencia a menina que escreve no blog do seriado que leva o mesmo nome.
- Também não é exatamente pq eu sou suprhipermegblasterplusadvancet fã e Gossip - o seriado /livrotbm! Maas é claro que eu ADOGO!
- Por fim, eu não sou uma enjoadinha que quer chamar atenção, só curto o nome!

Mas de qualquer forma eu me sinto seriamente lisongeada em ser comparada com a querida Gossip, afinal, ela deve ser uma das blogueiras mais famosas do mundo xD

E então, vocês sabem que me adoram. Beijihos, a garota do blog.

terça-feira, 16 de março de 2010

Faculdadee, faculdade.

De repente eu me divirto.
Sentada em qualquer lugar conversando sobre qualquer coisa, falando mal das aulas e aclamando os professores bonzões.
Rindo e já conseguindo entender as garotas com um olhar.

Bem, não é como se me sentisse em casa, mas digamos que é quase o quarto da casa da minha avó, já tem um "que" de meu lugar.

E depois de ver o meel veterano me esperar para que eu fosse compra batata com ele, ouvir as meninas falarem "vai nÃo" e ver o sorriso tímido da Carol me esperando pra subir com ela eu tenho que admitir: as coisas estão melhorando.
É até interessante esperar o Fee chegar na sala e sorrir ao vê-lo atrasado como sempre, ou ouvir o Set falar como se o mundo estivesse acabando de um comentário besta da professora.
Ou o Jhony com seus comentários relevantes e risada engraçada.
Ver a Carol sorrir tímida só observando, ou ouvir os comentários felizes da Cris durante as conversas bestiais kkkkkkk
Anii com seu noot, jogando damas nas aulas sem noçao.

Conversar com o Set e me divertir com tudo o que fazemos juntos já se tornou uma agradavel rotina de meus dias e, juntamente com isso, procurar o Liyr para ver seu sorriso a lá Maria Fernanda {piadainterna} valee a pena.

Ali já é o meu lugar, definitivamente.

E agora tudo enfim parece resolvido, até meu AP eu já encontrei [é claro que se tudo der certo, mas ainda sim já é um começo].

Pq minha vida da tantas voltas em pouco tempo, ninguem imagina o que é viver em uma montranha russa.
Não é como em uma rotina, onde você sabe o que vai acontecer, mas se assemelha a vida de alguém que vive viajando, cada lugar uma surpresa.

Viagens em meus proprio eu.

domingo, 14 de março de 2010

Diários no Crepúsculo!


Oh deels, depois de gritos de adoração, devo me retratar publicamente: Stephenie Meyer, autora plagiadora da saga Twilight, é uma vaca imbecil idiota mulher muito e muito encrencada com meu blog
Jutamente com aquela vakrinsten, a atriz que interpreta a Bella.

Pq dessa mundança? Bem, digamos que um dia vc recebe uma ligaçao do seu Jacob e ele te conta sobre um livro que fala de vampiros que não sugam sangue humano, garota que vê o futuro, protagonista apaixonada, garoto rico e misterioso.
Lembra muito Crepúsculo não?

MAS NÃÃÃÃÃÃÃO É NÃÃO, NÃÃO É NÃO, NÃO É.

O livro chama-se Diários do Vampiro e foi publicado em 1991, sematemfãs.

Decepcionante saber que sua série quase favorita é um plagio? Total, ainda mais quando você se SENTE a própria protagonista, o que aliás não vai mudar, minha raiva não é pelo livro e sim pela autora idiota e pelos vampiros brilharem no sol /gaay.
De qualquer forma eu não deixeei de ser a velha e boa Bella, sem sorte, tristepeloscantos, apaixonada, excluida socialmente do mundo dentro da minha cabeça e totalmente incondicional em relação a quem amo.

Mas que foi uma putadecepção não dá para negar...
Pelo menos tenho um livro novo pra ler agora /desculpaesfarrapada;

O pior é que Diarios do Vampiro, como é pouco conhecido, fica com fama de plágio, sendo que é ao contrário, então NÃÃO caiam nessa, o plágio são os viadinhos que brilham no sol {bjoset}

E fikadika gente, Stephenie Meyer deve morrer engasgada com uma maçã para aprender a nunca mais PLAGIAR o livro dos outros.

Diaas.

E por mais que um dia seja ensolarado e uma noite animada (pois é Fee, vc nem imagina como eu tava precisando conversar), a manhã parecer vir me despertar de um sonho bom.
Isso paradoxalmente, já que desde que observei os olhos negros pela primeira vez, nenhuma noite foi deixada longe de pesadelos.

Sabádo, o dia menos esperado de minha semana, e quase tão odiado quanto o domingo.

Sim, eu me tornei normal, detesto segundas, odeio domingos e adoroo sextas, como as coisas mudam não é? Antes, segunda era dia de PULOSDEALEGRIA.

De qualquer forma o sabádo bateu em minha porta muito cedo, quando minha cunhadinhaa linda me despertou de meu sono de beleza.
Certo, já eram 11hrs, mas eu nao tinha dormido nada de manhã e fui me deitar depois das 4.
Conversamos por alguns minutos sobre banalidades e eu, mais uma vez, me senti em casa.

Esperei pacientemente uma ligação, mas se soubesse a repercursão desastrosa da mesma, teria DELISGADO O CELULAR.
Sim meu caro leito, depois da odisséia que eu e meu namorado do demonioo passamos juntos, depois da tentativa, graças a Deeeus e Miguel, frustrada de morte e da viajem dele para Camps, nós conseguimos discutir.

E nesse momentos que ouvimos o que menos esperamos:
- meu amor diminuiu;
- preferia estar morto;
- tudo é uma questão de escolha;
- vc ainda gosta da desgraça humana?

Essa ultima questão me irritou profundamente, mas o que mais surpreendeu foi que o Set tem razão: não existe incondicionalidade.

Sim, eu acredito nessa coisinha ae, mas ninguém mais acredita.
Juro que achei que pelo menos o Sirius acreditaria, mas nem ele e eu, pobre coitada, nao o culpo afinal, ele também é um ser-humano.

Decepcionante diga-se de passagem, será que isso realmente sempre será assim?
Dessa forma me condeno fadada a sucumbir sozinha em uma pessoa que não existe, não é facil mentir para uma sociedade inteira e me manter normal.
Por fim acabarei sozinha de alma, em um mundo onde meus maiores sonhos são tidos como loucuras e dignos de risadas.

Mas pq?

Gostaria realmente de respostas, mas enquanto não, desabafo com um teclado e uma madrugada quase fria.

sábado, 13 de março de 2010

Aleatóriamente falando. Ψ


Mas não tão aleatório assim, diga-se de passagem.
Quero uma redenção imediata já!

 Ψ psicologia é tudodebom!

Sim, a parte de biologia é lecau. Com excessão do segundo parto explícito que assisti, até genética passa viu?

Pq? Seria tão facil explicar.
Quem me motiva a viver, agora, voltou a ser minha vida.
Novos amigos me animam.
As pessoas são normais e sim, tiveram traumas PIORES que os meus no colegial, portantooo... Bem, conclua você pessoa leitora.

Outro detalhe: Nãoo genten, o povo da PUC CAMP não tem nada haver com um bando de patricinhas e mauricinhos.
Gente assim tem até na favela, mas especificamente o MEU GRUPO, e como já me alegra poder falar assim daquela galera, beem, eles são tão normais quanto EU!

Sim, eles são anormais pscicólogos xD

E depois de horas de conversas com Fee no msn, com o Set q qualquer momento, Liyr o MEEL veterano, e as meninaas tbm, consigo dizer, depois de duas semanas, que eu me sinto em casa.

Cris, Gabi, Bia, Carol, Anielle, Laura, Set, Fee, Jhony, Liyr e maais alguns, espero que os próximos cinco anos sejam, se não INESQUECIVEIS!

Nocivas palavras.

Era fácil, ele pedia para que perdoasse todo e qualquer erro, mas quando eu os cometia, ignorava de tal forma seus tamanhos desencontros que chegava a me causar dor física.
Os erros cometidos não seriam tão relevantes vindos dele, mas se fosse eu a que deslizasse, mesmo que em uma ladeira de gelo, as coisas tomavam proporções catastrófias.

Estava na hora de colocar um fim.

Acendi um cigarro e abri a ultima garrafa de Martini que encontrei ao fundo de minha dispensa vazia.
Ao lado dela uma teia de aranha, com uma pequena mosca se debatendo por sua vida, inutilmente chamando atenção.

Minha vida também se enroscava em uma teia, mas de mentiras.
Uma verdade quase inexistente circundava em torno de falsos amigos de bar, um casamento arruinado, filhos que meu útero estéril jamais pode trazer ao mundo, uma profissão desgastante e nada compensadora e por fim, meu proprio ego destruído no ócio de meu vício.
Ou seria ópio?

Busquei meus óculos de leitura a procura de quaquer coisa para me distrair. Encontrei uma velha carta de amor, rasgada nas extremidades e com a data quase ilegível, mas eu sabia que dia era.
13/03

Nosso aniversário de casamento.
Provavelmente há muitos anos, quando Harry ainda me cortejava na cama, trazendo um lindo café da manhã ou simplesmente uma rosa roubada.
Depois que ele conheceu Mariee as coisas mudaram profundamente.
Nunca me enganou, ele sentia atração física por ela, jamais amor, mas esse desejo carnal a tornava superior a mim, que quase em meus quareta anos, afundada em nicotina e alcool, aparentava quase sessenta.

Foi naquela noite que Jaal me ligou.

Detalhes de outra vida.

Enquanto observava aqueles olhos cor de mel envelhecido obervarem meu rosto expressando um amor que jamais poderei esquecer, ainda sentindo o peso de minhas escolhas sobre meu ombro, alguma coisa diferente aconteceu.
Senti-me mais madura nos braços dele naquela tarde, como se Alexandre estivesse a me dizer como de menina me torneu mulher somente com um olhar.
Era facil entender, depois de tudo o que havia passado, as mudanças já se tornavam nítidas para ele.
Mas sentir a pressao de seu corpo contra o meu, enquanto ele se esforçava para observar meu rosto me deixava deslumbrada.
Não a situação como um todo, apesar de que qualquer coisa era nova para um Anjo, mas nao necessariamente aquele momento.
Nunca havia sentido e visto que o amor que Alexandre sempre havia expressado por mim era real, não até aquela tarde, quando seus olhos estavam quase derramando aquele mel embriagado de um sentimento transcendente e excepcional sobre meu rosto.
Ele acariciou minha face corada, e eu senti um leve arrepio na nuca que não tinha nada haver com hormônios.


Pareceu-me como se Alexandre nunca tivesse saído de meu lado em nenhum instante.
Deitei em seu colo, quase como uma criança que procura os braços da mãe, e depois, embalada em uma doce canção de ninar, tentei recuperar o que mais uma vez o demônio havia ganhado.
Era dificl conciliar tantas vidas em uma só, e mais ainda, tantos eu's em um só coração.

Deveria ser Sarah, o Anjo Guerreiro de Deus.
Necessitava ser Sarah, a doce adolescente e futura psicóloga e, mais ainda;
ERA Sarah, a romantica e dedicada namorada de Alexandre, que sentia por ele um amor incondicional.

Por outro lado, tinha que interpretar três pessoas diferentes, na pessoa que mais amava:

Alexandre, o Anjo Caído mais terrivel que os céus e infernos ja presenciaram.
Alexandre, o garoto problemático e depressivo de dezessete anos e,
Alexandre, meu namorado obcessivo e complexado, que nunca se achava digno de minha pequenez.

A vida seguia cursos engraçados e eu realmente não sabia se era bom ou ruim.

Azul de céu.

Caminharam juntos, mas nao como antes, daquela vez parecia ter se passado seculos desde a ultima vez que se viram.
De fato semanas, mas o tempo se estendia com a possibilidade de nao se verem por algum tempo.
Sarah sentia a presença de Alexandre ao seu lado, mas nao somente por tocar sua mão ou por sentir seu calor, mas ela sabia que ELE estava mais uma vez do seu lado.
Seu trabalhoso progresso para fazê-lo deixaar um lado tão sombrio havia regredido desgraçadamente, a fazendo quase desistir por algumas vezes durante a pequena caminhada pelo centro de uma cidade desconhecida.
Depois de um forte sol castigando o rosto de meu Anjo Caído, nos escondemos do escuro quarto de minha casa, e enquanto ele começa a provocar em Sarah aquelas antigas sensações humanas, ela tremia por dentro com seu toque.
Enquanto a mãos quentes e masculinas de Alexandre percorriam o corpo de Sarah, ela voltava a sentir uma conexão tao forte entre os dois que ela sabia que no instante que ele a deixasse novamente, ela sentiria sua vida extinguir como se ele ja nao mais existisse.
Alexandre beijava o corpo de Sarah com certe urgencia, fazendo de seu cheiro uma essencia para a vida, o rosto de Sarah começava a corar e seus batimentos cardíacos aceleravam a medida que os beijos se tornavam mais violentos.
Ela se deixou levar.
Nao totalmente, é claro, afinal era um Anjo e jamais poderia chegar a tanto, mas já nao conseguia impedir que ele a tornasse sua essencia, que a tocasse e desejasse.

Seus primeiros grandes erros se iniciavam.

Mas naquela tarde não, Sarah era apenas uma garota de dezessete anos, não uma Guerreira pronta para um Apocalipse iminente em poucos dias.
Continuou deitada com Alexandre, sentindo a delicadeza da pele do garoto que amava, enquanto encostava sua cabeça em seu peito, escutando o coraçao acelerado dele gritar "Eu te amo" da maneira mais sóbria e eficaz.
Alexandre amava Sarah em niveis desesperadores, um amor tão intenso que somente em ambitos sobrenaturais ele faria sentido.
E fazia para os dois.

E enquanto ele beijava lentamente as pernas alvas que ela deixava exposta devivo ao seu short curto de seu pijama favorito, as mãos de Sarah se alternavam entre carícias no cabelo suave de Alexandre e leves arranhões em suas costas.
Tudo era demasiadamente perfeito.

O dia estava quente e o céu de um azul perfeito.

domingo, 7 de março de 2010

Depois da tempestade.

Estava conversando animadamente com minha cunhada (ou não, naquele momento) quando sei jeitinho meigo de falar se tranforma completamente.
Oks, duas teorias:

1- Ela, assim como o irmão, tem transtorno bipolar
2- Nao era ela.

Ainda beem que Deels ajudou ser a opçao dois!

Foi mais ou menos como da primeira vez que ele me ligou, estava fazendo nada e de repente alguma coisa estranha acontece, logo em seguida a palvra "Sírius" surge avulsa ao contexto geral.
Meu coracao se acelerou como da primeira vez que ele me ligou, mas dessa vez eu nao acreditei.

Pedi provas.

Concretas demais para mim, e de repente estava maais uma vez perdida entre palavras e confusa com pensamentos.
Instantaneamente minha vida adentrou meu corpo.

E depois de dez meses, meu pedido oficial de namoro em uma madrugada de um sábado pelo qual esperei sem ansiedade, pensando que seria um dia infeliz.
Fora um pensamento vão, de uma mente pessimista, a qual sempre o faz quando se envolve apenas ele e ela.

E tudo parecia um sonho do qual jamais que ter que despertar novamente.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Detalhes de outra vida.

Sarah continuava a encarar sua vida como desprezivel, mas de que adiantaria estar morta, no que aquilo mudaria sua situação.
Ao máximo ela mudaria a distancia e as dificuldades, aumentaria o impossivel que já existia entre os dois.
Caminhou silenciosamente rua acima, de volta para seu quarto do pânico, tendo a certeza de que voltaria a ser sufocada por todas as lágrimas das noites anteriores.
Durante aquele dia Sarah interpretou seu personagem de humana, como jamais havia tido que o fazer, sorriu para as fotos, mentiu para os humanos, algo comum e normal para quem já nao tinha mais nada.
Humanos, eles a deixavam enojada, e quanto mais os conhecia mais desejava nao ter que ajudá-los, ela queria encontrar demônios.
Queria mais do que nunca se tornar um Anjo Caído, sucumbir as tentações do sombrio lado do qual ele fazia parte.
Adentrar no frio daquele lado sem sentimentos e desistir de tudo.

Alexandre era sua única motivação e agora, tão distante, dava motivos para que ela desejasse o que menos quis em toda a vida: ir para o inferno.
Ela via uma saída prática no fato de abrir mão de seu Deus e servir a Lúcifer, ele poderia dar a ela o que mais desejava: que Alexandre fosse feliz.
Nada improtava mais a ela do que isso, e somente isso a poderia fazer feliz.

No seu ser ela temia seu castigo, mas nada era maior do que Alexandre, nem aquele Deus o qual ela sempre amou e obedeceu, para no fim encontrar-se tão imersa em si mesma, que sua solidão era quase inalcansavel.

E ela contava os dias que restavam para que o mundo acabasse, na esperança de deixar eternamente de existir.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Detalhes de outra vida.

Ela caminhou suavemente, sentindo o vento ricochetear em seu rosto.
Ao lado dela uma pessoa desconhecida, quase uma esperança desgastadora, mas depois de algum tempo, uma simples companhia, nada que possa alterar sua vida destruída.
Era práticamente interessante fingir ter uma vida mesmo que ela jamais tivesse existido, quando ele disse que tudo havia sido mentira automaticamente transformou a pouca vida dela em um grande NADA.
Foi como se ela jamais tivesse sequer sido algo de verdade e não era por exagero ou algo parecido, mas sim por uma incrivel força que unia dois corpos e os transformava em um só.
Ninguém entendia que era possivel.
Ali ao lado, sua companhia repetia inumeras vezes que ela estava errada.
Ela realmente não queria saber se sim ou não, afinal era um Anjo, um simples mortal não deveria discutir com ela.
Naquele momento a única coisa da qual ela precisava era de um antigo cheiro penetrante, de sua intoxicação diária.
O veneno fazia falta nas veias de Sarah, ela precisava se intoxicar para sentir-se um pouco mais viva, ou talvez para não admitir que estava morta.
Como ela poderia recuperar uma alma já pertencente a outra pessoa, será mesmo que Deus admitiria ela em seus exércitos quando percebesse que não era ela a dona da própria alma?
Alexandre agora era o novo dono, ela havia a vendido sem ao menos perceber.
Aquele demônio havia levado tudo, mas ela reforçava que a melhor coisa que havia acontecido em sua vira fora a visão dos olhos obscuros, que com o tempo se tornaram de um mel envelhecido.
De Anjo caído a um Anjo normal.
Por que as coisas não ficaram da mesma forma?
Os dois procuraram alguma saída? Sempre eles que faziam tudo juntos... Deveriam ter tentado!
Estava tudo perfeitamente bem, mas nada absolutamente normal.
E se tudo fosse culpa daquele sobrentural mundo em que faziam parte.
Ela não mais lideraria o exercito de Deus, desistiria de tudo, se colocaria a disposição de Lúcifer, e se ele devolvesse a ela a única coisa que havia tido, seria então uma fiel guerreira.
Era sua condição se tudo não se acertasse.
Mas ela sentia que acertaria, numa vaga lembrança, naquele pesadelo onde ela o impedia de apagar suas lembranças e esquece-la para sempre.















Contudo, não era sequer manhã e a madrugada sufocava seus sonhos.

As coisas são assim!

Depois de ouvir o culto evangélico a bom som...
"Aleluia irmãos, vamo para com a macumbaria, sai das drogas, ó Pai, ajuda Pai, só vc pode em nome do Senhor Jesus..." /entrepiores.
Depois de rir do Set e sua fobia com estojos de pelúcia...
Depois de mais um dia, a noite volta a me procurar.

Querem uma boa novidade?
Eu odeio não gosto mt da tal da psicologia...

Tem inumeros fatores que me fazem dizer isso, mas vamos aos aceitaveeis:
- tem biologia nessa porra
- eu vo te que cuida de criança
- tem matemática, e o pior, estatística
- vai contra minhas idéias
e por fim;
- não é aquela coisa que todo mundo imagina.

Manoo, que putaerro da minha vida... e o duro é que não sei nem se dar para voltar atrás.
Tentarei descobrir se sim.
E vamos lá, decepções fazem parte da vida e nada é tão ruim que não possa piorar ;D

Miguel e Isabella.

Não que faça questão de me ocultar por trás de linhas, mas é interessante a forma que encontrei para suportar minha dor.
Depois do maior choque da minha vida, de descobrir que prioridades sao PRI-O-RI-DA-DES e que respirar não é, necessáriamente, sinonimo de vida eu registro: Não vale a pena.

Simplesmente deixei fluir, eu tenho certeza nesse instante que vai dar tudo certo.

Ele vai melhorar, eu vou continuar vivendo do ar que ele respira e do sangue dele e quem sabe algum dia volte a ser parte da vitalidade nas veias dele.
Justamente quando tinha ccerteza disso.

Mas por tudo, eu juro que se não for com ele, com mais ninguém.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Detalhes de outra vida.

Estava fraca, como se sua vida deixasse seu corpo a medida que se sente infeliz.
Era obvio, a cada instante depois desse erro vulgar seria uma pequena eternidade envolvida em lágrimas.
Não era necessário chorar, bastava que ela se desligasse momentaneamente da falsa vida que levava agora para que sua dor a destruisse momentaneamente.
Tudo seria mais facil se ela fosse um ser humano, mas naquela condição, sendo um Anjo, as consequencias mais aceitaveis para sua vida seria aquela: uma situaçao de quase morte, mas sem resquicios de vida.
Ela poderia renunciar a tudo o que havia conquistado por um Anjo Caído? Não era mais facil ele renunciar por ela?

As vantagens que ela encontra nos dois lados, nenhuma supriria ao que ele tinha proporcionado durante aqueles dias ensolarados a véspera do Apocalipse.

De qualquer forma aconteceria isso, desde o inicio ela sabia que a história não era feliz e que nunca, em milhares de ano, bem e mal seriam considerados aceitaveis dentro de uma mesma sociedade.
Ou se é bom, ou mal.
Como os dois poderiam ter lutado tanto tempo contra dois lados despreziveis.

Sim, nenhum dos lados seria um saída.
Por mais que ela quisesse, não conseguia ver as mesmas coisas encantadoras que antes poderia enumerar nos seu lado infernal, mesmo que ele fosse o de Deus.
Como poderia encontrar algo se ela era apenas mais um Anjo naquela batalha, ela nao era ninguém sem ele.

Um erro de um segundo, um arrependimento de uma eternidade.

Mas de que adiantava lutar contra uma verdade sempre presente, ela ja sabia que a culpa era dela.
Ela sempre seria a culpada, independente de como terminasse aquela guerra.

A unica responsavel por toda a desgraça incondicional de sua vida.

Detalhes de outros dedos!

Era tarde demais?
Seus olhos já haviam sido cegados com os pregos que suas próprias mãos inferiram?
Você acha que ele preferiria estar com as mãos parafusadas em uma tora de madeira? E você, o quê preferiria?
Seus tímpanos ainda escutavam ou foram partidos ao meio pelo incessante grito que ele mesmo gritava, já sem perceber, pois não se importava?
Alguém se importava?
Alguém viria ajudá-lo?
Alguém PODIA ajudar?
Qual seria a solução que você daria, o silêncio pacífico em um túmulo confortável em um cemitério cujo únicas folhas estavam secas e mortas, ao lado do tronco sem vida que lhe mandaram à existência, enquanto vermes se alimentam do que nunca passou do que sempre foi, ou apenas um calmante para dormir e não sonhar?

E se esse alguém estivesse lá toda vez que você olhasse no espelho?

Você gostaria de ser assombrada pelos pombos que devoraram a sua trilha de migalhas de pão estragadas, que marcavam sua perdição e seu caminho de volta para sua zona de conforto?
Se você tivesse direito a uma ligação, você não ligaria para ele, ligaria?
Será que ele atenderia? Existe telefone em um corredor da morte?
Já que ele está perdido, para quê se importar. É mais fácil pensar que já se foi.
Não precisa dizer... peso na consciência, certo?
Mais uma vez, e se você olhasse no espelho e visse ele em seu rosto?
E se você não soubesse mais de quem é a face que transborda de culpa, remorso e rancor?
Aí não teria mais jeito. Os pombos voam mesmo sob os tetos mais confortáveis de uma mansão e sob os mais baixos de uma casa humilde.

Mesmo o do corredor da morte, que agora é tudo que você vê.



Sim, sempre foi tarde demais.
 
Por B. meel atuaal psicologo!

Somente...

Jogue fora o que ficou para trás, limpe a sujeira de cima da mesa, tudo o que vem por aí se torna tão novo quanto você sabia que era.
Você sabia.
Sabia que destruiu as chances de uma felicidade incondicional, por não entender que seus sonhos eram pesadelos, por não saber priorizar a sua prioridade.
Agora está aí, sem vida, sobrevivendo de restos de uma sutil atençao que jamais poderão oferecer, mendigando o pouco amor que ainda sobrou dos olhos dele.
Chora assustada, como se ainda fosse uma garotinha de pouco mais de quinze anos, apta a aceitar o que a vida oferece, em troca de um sorriso sincero.

Sim, eu sei, você tem que vestir máscaras, fingir estar feliz, conversar com um grupo tão grande que mal consegue se lembrar do que acabou de responder.
Dentre eles, quantos são seus amigos?
Talvez um ou dois.

Mas nada consegue substituir a dor que te sucumbi a noite, enquanto alguém ao seu lado dorme tranquilamente, isento de seus pesadelos que tiram o sono.
Tudo por um mísero erro de cálculos.
O que mais quer é voltar para aquele instante, eu sei, mas você não pode, e ninguém mais deixará.

A vida não é justa, mas quem te disse que seria. Não se engane, sua mãe sequer tem razão quando podia mandar em você, hoje ela encontra menos motivos ainda.
Ninguém sabe quem você é de verdade.
Uma máscara para apagar seus erros do passado.

Você está morta e sequer pode admitir isso.